sábado, 31 de dezembro de 2011

Dr. Ryke Geerd Hamer




O Dr. Ryke Geerd Hamer nasceu na cidade de Mettman em 1935 e fez seus estudos superiores em teologia na Universidade de Turbingen, onde conheceu Sigrid Oldenburg, estudante de medicina. Após se casarem, Sigrid o influenciou a estudar medicina também. Depois de formado, ele foi trabalhar num hospital especializado no tratamento de portadores de câncer, onde se aprofundou nessa área, à medida em que a própria especialidade foi surgindo e se desenvolvendo no mundo.

No dia 18 de Agosto de 1978 o Dr. Hamer recebeu a trágica notícia de que seu filho, Dirk Hamer, que estava num iate, em férias no Mediterrâneo, tinha sido atingido por uma bala perdida. Dirk acabou por falecer em Dezembro de 1978. Essa perda foi dramática para o casal Hamer, que mergulhou numa forte depressão. Vários meses mais tarde, ambos desenvolveram câncer, Hamer de testículo e Sigrid de mama. Como nunca tinha ficado seriamente doente, ele imediatamente supôs que o desenvolvimento do câncer pudesse estar diretamente relacionado com a perda trágica do seu filho.

Hamer afirma que, no momento que ele e a esposa surgiram com câncer, teve certeza absoluta que havia uma relação com a morte do filho. A conscientização do trauma como origem do câncer, associada a medidas naturais de equilíbrio, foram o caminho para ambos obterem a cura de suas doenças, sem outro tratamento além do cirúrgico.
A partir daí, o Dr. Hamer iniciou a investigação pelo histórico pessoal dos seus pacientes, onde rapidamente descobriu que, assim como ele, todos já tinham passado por uma experiência excepcional e estressante antes de desenvolver câncer.


Numerosos estudos já demonstravam que o câncer e outras doenças são muitas vezes precedidos por eventos traumáticos. No entanto, o Dr. Hamer levou a sua investigação um passo mais à frente. Partindo da hipótese que todos os eventos que acontecem no nosso corpo são controlados pelo nosso cérebro, ele analisou tomografias dos seus pacientes e as comparou com o histórico médico respectivo. O Dr. Hamer descobriu que todas as doenças – não só o câncer! – são controladas por partes específicas no cérebro e que estão relacionadas com a existência de um “choque conflituoso” muito particular e identificável. O resultado destas pesquisas está transposto num mapa científico que ilustra a co-relação biológica entre mente, cérebro, órgãos e tecidos do inteiro corpo humano (está disponível em inglês sob o nome “Scientific Chart of German New Medicine”).

O Dr. Hamer acabou por chamar as suas descobertas de “As Cinco Leis Biológicas da Nova Medicina”, isto porque essas leis biológicas são aplicáveis a qualquer paciente e oferecem um completamente novo entendimento sobre as causas, o desenvolvimento e o processo natural da cura das doenças. (Tem havido um grande e crescente número de falsas interpretações sobre estas descobertas, por isso, e para preservar a integridade e autenticidade do seu trabalho científico, o Dr. Hamer protegeu legalmente todo o seu material de pesquisa sob o nome German New Medicine®. O termo “New Medicine” não foi aceito internacionalmente).

Em 1981, o Dr. Hamer submeteu como tese pós-doutoral a sua descoberta de "As Cinco Leis Biológicas da Nova Medicina" à Universidade de Tubingen. Apesar das obrigações legais da Universidade e das ordens judiciais em 1986 e 1994, a faculdade de medicina de Tübingen recusou-se a avaliar as descobertas do Dr. Hamer. Em 12 de Março de 2008, o juiz do Tribunal Administrativo de Sigmaringen, na Alemanha, sentenciou que a Universidade de Tubingen não tinha mais obrigação nenhuma de avaliar a tese do Dr.Hamer. - Isto é um caso sem precedentes na história das Universidades!




De igual forma, a medicina convencional não reconhece estas descobertas, apesar de já existirem dezenas de verificações científicas, quer por terapeutas particulares quer por associações profissionais.

Pouco depois de ter submetido a sua tese, o Dr. Hamer recebeu um ultimato: ou renunciava as suas descobertas ou não se renovava o seu contrato na clínica da universidade. Em 1986, apesar de nunca ter sido impedido de continuar o seu trabalho científico, nem ter sido desaprovado, foi-lhe retirada a sua licença médica sob o pretexto de ter recusado os princípios da medicina convencional. Ainda assim, estava determinado a continuar o seu trabalho. Em 1987 ele já tinha conseguido expandir as suas descobertas a todas as doenças conhecidas pela medicina.

O Dr. Hamer tem sido perseguido e assediado por mais de 25 anos, particularmente pelas autoridades alemãs e francesas. Desde 1997 o Dr. Hamer tem vivido exilado em Espanha onde continua com as suas pesquisas e continua a batalhar pelo reconhecimento oficial da sua “Nova Medicina”. Mas enquanto a Universidade de Tubingen mantiver as suas táticas em atrasar o processo, pacientes de todo o mundo não têm tido oportunidade de ser beneficiados por estas descobertas revolucionárias.

As diversas tentativas do Dr. Hamer para abrir uma clínica, na qual os pacientes seriam tratados de acordo com esta nova medicina alemã, foram todas interceptadas pelas autoridades. Em 1985, Dr. Hamer teve que fechar a sua Clínica do Cancer em Katzenelbogen (Alemanha), uma vez que a Nova Medicina não foi reconhecida oficialmente.









Figura: "Com lágrimas nos olhos, o Dr. Hamer leva ao colo Bettina R., de 18 anos para fora da clínica. O seu pai comentou: "Hamer era a nossa última esperança".



CURIOSIDADES:

Se um paciente nunca foi submetido a qualquer tratamento convencional (especialmente quimioterapia ou radioterapia), a GNM tem uma taxa de sucesso entre 95% e 98%. Ironicamente, estas estatísticas foram fornecidas pelas próprias autoridades que tentavam incriminar o Dr. Hamer.

Quando o Dr. Hamer foi preso em 1997, por ter dado conselhos médicos a pessoas sem ter licença para isso, a polícia confiscou as fichas de dados dos seus pacientes para análise. Depois disso, um promotor público foi forçado a admitir durante o julgamento que, passados cinco anos, 6.000 dos 6.500 pacientes, a maioria com câncer “terminal”, ainda estavam vivos.

Com tratamentos convencionais os números são exatamente opostos. O epidemiologista e bio-estatístico Dr. Ulrich Abel (Alemanha) disse que “O sucesso da quimioterapia é terrível… não existem provas científicas de que tal tratamento possa de alguma forma melhorar ou prolongar a vida dos pacientes que têm o mais comum câncer orgânico… A quimioterapia aplicada aos cânceres que não se podem ser removidos cirurgicamente (80% dos casos), é um deserto científico” (Lancet, 1991).

Um comentário:

  1. NECESSÁRIO SER VISTO POR QUEM SABE ESTAR EXPOSTO À ALGUMA DOENÇA EM ALGUM MOMENTO DA VIDA!

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