segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Terapia Holística - Site



Olá, pessoal!

Luz e Paz a todos!


É com muita alegria que compartilho o link do site que estou construindo com todo o carinho, para que algumas informações solicitadas sejam encontradas de outras formas, e não somente aqui no nosso blog. Dessa forma, as pessoas, de todos os lugares do mundo, poderão ficar mais próximos e me encontrar a '1 click de distância'. 


Tudo tem sido muito bom: contatos, ligações, pedidos de amizade e partilha de experiências. 


Leiam, divulguem e partilhem essas ferramentas terapêuticas e todos os benefícios que tem feito pelas pessoas!



http://celsoaraujofilho.com

Leia depoimentos aqui.


sábado, 6 de outubro de 2012

Nossa Página no Facebook!


Olá, pessoal!

Luz e Paz a todos!


É com muita alegria que compartilho com vocês que pessoas, vindas de vários lugares do país e do mundo, me encontram nessa grande rede e, juntos, estamos trocando muitas informações!


Tudo tem sido muito bom: contatos, ligações, curtidas e partilha de experiências. Cada semana as coisas vão além das expectativas!


É com alegria que deixo à vocês o link da minha Fã Page no Facebook, para que possam ler, falar mais facilmente comigo e curtir, claro!!!



https://www.facebook.com/celsoterapeuta

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Reprogramação Biológica - Explicando de outra forma...




        Explicando como funciona a terapia de outra forma:



      A Reprogramação Biológica baseia-se nos estudos e descobertas de um médico alemão, no início dos anos 80, que estudou por quase 15 anos para entender como se dá a relação entre cada parte do corpo, seu local representado no cérebro e o significado do 'adoecimento', criando, assim as "5 Leis Biológicas". 



     Então, quando alguém tem uma gastrite, por exemplo, pode-se ver uma alteração no local exato no cérebro que controla o estômago. Mas não é só isso: a gastrite tem significado para o paciente que adoeceu.



     A regra é basicamente essa: TODO ADOECIMENTO TEM SIGNIFICADO e é a única forma da pessoa 'ganhar tempo' para achar uma solução para a forte emoção/decepção que foi experimentada.

     Durante o tratamento, nós ajudamos o paciente a entender por que adoeceu (fisica e/ou emocionalmente) e a partir daí, entendendo o significado, ele reelabora o que viveu, e vai se curando. Essa é a parte bonita e faz com que melhore e evolua muito rapidamente. =]

      Todavia, além da Reprogramação Biológica, lanço mão de outras técnicas, na qual também tenho formação: PSYCH-K, Cura por imposição de mãos e Radiestesia para confirmar as causas reais, por meio do uso de pêndulos.

      O tratamento é feito em 3 sessões, e uma boa parcela de pacientes, após a 1ª sessão, já apresenta grande melhora!

   Os atendimentos são feitos com agendamento antecipado, sendo que às quartas-feiras eu atendo em Goiânia e/ou Trindade e nos finais de semanas, nas cidades de interior, sempre em domicílio. Quem preferir, também pode contar com a opção de atendimento online!

      Cada sessão tem, em média, 50 minutos de duração. Ligue e agende seu tratamento.

      Leia depoimentos aqui.





quarta-feira, 2 de maio de 2012

O que é a Reprogramação Biológica?

A Reprogramação Biológica é uma aplicação técnica da Nova Medicina Germânica. Está embasada na embriologia, filogênese, ontogênese e na etologia animal (estudo do comportamento dos animais). Como vocês já vem aprendendo aqui no blog, a Nova Medicina foi desenvolvida pelo médico alemão Ryke Geerd Hamer, conhecida mundialmente como Germanic New Medicine (GNM) e trazida para o Brasil com o nome de Leitura Biológica ou Nova Medicina Germânica.


O termo "Reprogramação Biológica" foi criado pela fisioterapeuta Sarah Valente, esposa de Mauricio Mohalem Valente; meu amigo pessoal e um dos pioneiros da microfisioterapia e leitura biológica no Brasil.


O tratamento consiste em identificar informações sobre a vida do indivíduo, sobretudo no que se refere aos traumas emocionais. Esses traumas podem ser os causadores de alguns distúrbios, gerando sintomas físicos, considerados, erroneamente, pela "medicina oficial" como doenças (leia aqui meu artigo sobre a 3ª revolução da Medicina).

         Segundo as pesquisas do Dr. Hamer, “a doença não existe, o que existe são defesas corporais diante da maneira que percebemos os fatos da vida”.



         Frequentemente passamos por problemas que não aceitamos e isso pode nos gerar frustrações, tristezas, mágoas, decepções, angústias, sentimentos de perda. O corpo, então, procura uma forma de se proteger. Dentre as várias formas de sintomas físicos ou distúrbios psíquicos, podemos nos deparar com gastrites (azia); rinites e sinusites; alergias; dores pelo corpo (coluna, fibromialgia, etc); intestino preso; diarréias, vômitos, depressão, medos, insônia e até mesmo o Câncer. Por isso é preciso identificar por que o corpo está escolhendo este caminho e, quando entendemos realmente o que está acontecendo, temos mais chance de caminhar para a cura.


Os objetivos da técnica são: estimular os processos de autocura do organismo e, assim, permitir a correção dos conflitos biológicos que geraram sintomas físicos e/ou emocionais e mudar as percepções do indivíduo em relação a esses sintomas.


Se direcionarmos melhor o que estamos pensando, poderemos mudar o estado do nosso corpo”. Bruce Lipton






segunda-feira, 12 de março de 2012

A Biologia da Crença - Bruce Lipton

A Biologia da Crença

Autor: Bruce H. Lipton

Editora: Butterfly

Categoria: estudo

Edição: primeira (2007)

Proposta:
Reflexão sobre o papel dos genes e do ambiente na identidade dos seres vivos. Proposta de uma visão espiritualista da vida baseado nas reflexões sobre os estudos da biologia celular.

Formato:
Livro de tamanho grande com aproximadamente 250 páginas com linhas bem espaçadas e letras maiores do que as habituais. Dá pra ser lido em umas 8 horas. Bom projeto gráfico com uma bonita capa e ilustrações bem posicionadas no texto. As seções e capítulos são bem distribuídos. Destaque especial para a seção de (várias) referências bibliográficas organizadas por seção.


Linguagem:
Linguagem muito bem humorada, além de simples e clara. Textos escritos num bom Português.

Avaliação:
Você pode demorar 8, 9, ou 10 horas para ler este livro, mas vai parecer que foi apenas uma. A leveza da linguagem, o bom humor, a argumentação didática são alguns dos elementos que explicam o prazer em devorar um livro como esse. Não é à toa que já passa dos 100 mil exemplares vendidos.

O conteúdo do livro é muito rico, cheio de ideias e reflexões. Uma nova visão sobre o papel dos genes quebrando a ideia do determinismo genético é bem colocada pelo autor. Na maioria das vezes ele é bem ponderado, mas, por outras, parece que ele se entusiasma demais e acaba passando uma ideia distorcida por um viés oposto.

Embora o autor tenha sido muito eficiente em desmistificar que os genes são os bam-bam-bans do controle celular e da vida, ele apenas passa a "faixa" para os sinais do ambiente. Ou seja, na prática o materialista continuaria a ver determinismo na vida. Porém, a diferença é que o autor associa o ambiente a uma consciência divina.

Por sua vez, esta consciência divina seria compartilhada por todos os organismos vivos incluindo aí nossas 50 trilhões de células. A evolução da vida seria a expansão dessa consciência. É uma ideia muito simpática e encontra eco em muitos espíritas. Mas, é bom ficar claro que este panteísmo já foi refutado por Kardec uma vez.

A ideia apresentada de que podemos alterar nossa genética e transmitir aos nossos filhos é muito apropriada a hipótese de uma intencionalidade na evolução das espécies. Por outro lado, não ficou claro o quão significativa é esta possibilidade de transmissão hereditária.

Por fim, não poderia deixar de destacar a indicação de referências bibliográficas para a maioria das ideias apresentadas no livro. Na verdade isto não deveria ser motivo para destaque porque deveria ser a regra, mas infelizmente não é.

Discussão:
O livro tem várias passagens interessantes, mas apresento abaixo as que ilustram melhor a avaliação feita.

Página 32 do capítulo A Magia das Células:
"Você pode se considerar um indivíduo, mas como biólogo celular eu lhe digo que você é uma grande comunidade cooperativa de aproximadamente 50 trilhões de células e que a maioria delas vive como amebas, ou seja, organismos que desenvolvem uma estratégia cooperativista para a sobrevivência de todos. Em termos mais simples: os seres humanos são meros resultados de uma "consciência amebóide coletiva". Assim como uma nação relfete as características de seus cidadãos, nossa condição humana reflete a natureza de nossa comunidade celular.
A partir de agora vou pensar duas vezes antes de xingar alguém de ameba... rsrs!!!

Página 46 e 47 do capítulo Lições da Placa de Petri: a inteligência das células e dos alunos:
As células também são capazes de aprender com as experiências que vivenciam em seu ambiente e de criar uma espécie de memória que é passada aos seus descendentes. Por exemplo: quando o vírus do sarampo infecta uma criança, suas células ainda não amadurecidas são colocadas em ação para criar um anticorpo de proteína protetor e combatê-lo. Nesse processo, as células criam um novo gene que servirá de padrão para a fabricação de anticorpos contra o sarampo.
Curioso isso, não?

Página 79 e 80 do capítulo É o ambiente, sua besta:
Mas então, para surpresa geral... (Maestro, que rufem os tambores!)
Um cientista arrasta nossa pobre e relutante célula até a área de visão do microscópio e a prende a uma base fixa. Usando um micromanipulador, leva uma micropipeta até a célula e a insere no interior do citoplasma. Aplicando uma leve sucção, o núcleo é aspirado para dentro da pipeta, que é então retirada do interior do citoplasma. Encontra-se então em nossas mãos o objeto do sacrifício da célula: seu "cérebro".
Mas, espere! Ela ainda está se movendo! Não pode ser... a célula ainda está viva!
O ferimento se fecha e, assim como um paciente após uma cirurgia, a célula começa a se recuperar. Algum tempo depois já está de pé (digo, sobre seus pseudópodes), fugindo do campo do microscópio, esperando nunca mais ver um cientista em sua vida.
É um pândego este Bruce!!!

Página 82 do capítulo É o ambiente, sua besta:
Na última década, as pesquisas epigenéticas estabeleceram que os padrões de DNA passados por meio dos genes não são definitivos, isto é, os genes não comandam nosso destino! Influências ambientais como nutrição, estresse e emoções podem influenciar os genes ainda que não causem modificações em sua estrutura. Os epigeneticistas já descobriram que essas modificações podem ser passadas para as gerações futuras da mesma maneira que o padrão de DNA é passado pela dupla espiral (Reik e Walter, 2001; Surani, 2001).
Será que estas modificações genéticas transmitidas para as gerações futuras são numericamente significativas?

Página 127 do capítulo A nova Física: como plantar firmamente os pés no ar:
Os efeitos adversos de medicamentos desse tipo ainda são a principal causa de morte iatrogênica, ou seja, causada por tratamento médico. Segundo estimativas conservadoras publicadas no periódico Journal of the American Medicai Association, doenças iatrogênicas são as terceiras maiores causadoras de morte nos Estados Unidos. Mais de 120 mil pessoas morrem, por ano, devido aos efeitos adversos de medicamentos prescritos por médicos (Starfield, 2000). No entanto, um estudo realizado recentemente mostra resultados ainda mais impressionantes (Null et al., 2003). Indica que as doenças iatrogênicas são a causa principal de mortes no país. Mais de 300 mil pessoas morrem todos os anos devido a remédios receitados.
Humm... será? Parece muito exagerado.

Página 149 do capítulo Biologia e crença:
Outro exemplo interessante é o do vírus HIV, que se acredita causar a Aids, pois até agora ninguém conseguiu explicar por que tantos indivíduos infectados com o vírus há décadas não apresentam sintoma algum. E o que dizer dos pacientes terminais de câncer que recuperaram a saúde livrando-se das conseqüências da doença? Como essas remissões espontâneas ainda não têm explicação, a ciência simplesmente ignora sua existência. Cura ou saúde espontâneas estão fora do quadro-padrão de diagnósticos.
Será mesmo que o autor tem dúvida de que o HIV causa a Aids? Parece que o autor exige explicações demais, não?

Página 168 do capítulo Biologia e crença:
Outro fato interessante sobre o efeito dos antidepressivos é que eles vêm obtendo desempenho cada vez melhor em testes clínicos nos últimos anos, o que sugere que seus efeitos placebo se devem, em grande parte, a estratégias de marketing. Quanto mais os efeitos milagrosos dos antidepressivos são divulgados pela mídia e pela propaganda, mais eficazes eles se tornam. As crenças são contagiosas! Vivemos hoje em uma cultura em que as pessoas acreditam que os antidepressivos funcionam. Por isso eles funcionam.
Não é que isso faz sentido?!

Página 202 do capítulo Paternidade consciente: a função da engenharia genética dos pais:
Além de facilitar os programas habituais subconscientes, a mente consciente é espontaneamente criativa em suas reações aos estímulos ambientais. Por ter habilidade de auto-reflexão, a mente consciente pode observar o comportamento no momento em que ele é colocado em prática. A medida que um comportamento pré-programado entra em ação, ela pode intervir, interrompê-lo e criar uma nova resposta para aquele estímulo. Isso nos dá o livre-arbítrio e mostra que não somos meras vítimas de nossa programação. No entanto, para modificar esses padrões estabelecidos temos de estar totalmente conscientes para que a programação não se sobreponha à nossa vontade, uma tarefa bastante difícil. Qualquer um sabe o que é lutar contra os hábitos. A programação subconsciente assume o controle toda vez que a mente consciente se distrai.
A existência do livre arbítrio parece ser o ponto chave de toda a discussão.

Página 226 do capítulo Ciência e espiritualidade:
Naquela manhã no Caribe, percebi que mesmo os "vencedores" em nosso mundo darwiniano são perdedores, pois somos todos um único ser que faz parte de um grande universo/Deus. As células adotam determinado tipo de comportamento quando seu cérebro, a membrana, reage aos sinais do ambiente. Na verdade, cada proteína funcional em nosso corpo é uma "imagem" complementar de um sinal do ambiente. Se não houvesse um sinal para complementá-las elas não teriam função. Isso significa, segundo concluí naquele grande momento de "ahá", que cada proteína em nosso organismo é um complemento físico-eletromagnético de algo no ambiente. Como somos máquinas de proteína, por definição somos feitos à imagem do ambiente, seja ele o chamado universo ou, como muitos preferem chamá-lo, o próprio Deus.
Uma explicação sofisticada da ideia bíblica de que somos feitos à imagem e semelhança de Deus.

Página 229 e 230 do capítulo Ciência e espiritualidade:
O que comprova minhas conclusões de que a transmissão de um paciente continua presente mesmo após sua morte são os casos de muitas pessoas que dizem sentir modificações psicológicas e comportamentais após receberem um transplante de órgãos. Um exemplo é o de Claire Sylvia, da Nova Inglaterra, que sempre teve personalidade bastante conservadora, porém, começou a gostar de cerveja, nuggets de frango e motocicletas após sofrer um transplante de coração. Procurou então a família do doador e descobriu que ele era um rapaz de 18 anos que gostava de motocicletas e adorava nuggets e cerveja.
Que doido! O morto continua se manifestando através do órgão transplantado. É o que poderíamos chamar de uma ressurreição parcial!

Página 231 do capítulo Ciência e espiritualidade:
Os transplantes de células e de órgãos oferecem um modelo não apenas da imortalidade como também da reencarnação. Considere a possibilidade de que no futuro um embrião venha a apresentar as mesmas características e receptores de identidade que eu possuo hoje. Será, então, um embrião de "mim mesmo". Minha identidade estará de volta, porém em um corpo diferente. Discriminações raciais e de sexos passam a ser algo ridículo e até mesmo imoral quando percebemos que nossos receptores podem ser reproduzidos no futuro tanto em um corpo branco como em um negro, asiático, masculino ou feminino. Como o ambiente representa "tudo o que existe" (Deus) e nossas antenas receptoras captam apenas parte do sinal universal, cada um de nós representa uma pequena parte dele... uma pequena parte de Deus.
Fonte: http://analisando-livro-espirita.blogspot.com/2011/09/biologia-da-crenca.html

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Depoimentos - Reprogramação Biológica

Caros leitores, neste pequeno espaço, disponibilizo alguns depoimentos de pacientes que passaram pela 1ª sessão de Reprogramação Biológica comigo nos últimos meses.

Como é de conhecimento de todos, recomenda-se ao menos 2 sessões para que o organismo se estabilize e para que os resultados sejam melhores. Entretanto, como vocês podem ver abaixo, nos comentários, muita gente viveu verdadeiros "milagres" em termos de recuperação - rápida e significativa -, tanto de dores crônicas como enxaquecas, manchas no corpo, cólicas sem fim, tendinites, fobias etc. O que é uma pena é saber que muitos dos pacientes que temos atendido não disponibilizaram seus depoimentos...
  
Lembrando que os objetivos da terapia são: identificar por que o corpo está escolhendo o caminho da "doença", entender realmente o que está acontecendoestimular os processos de autocura do organismo e, assim, permitir a correção dos conflitos biológicos que geraram sintomas físicos e/ou emocionais e mudar as percepções do indivíduo em relação a esses sintomas, para termos mais chance de caminhar para a cura.

Se direcionarmos melhor o que estamos pensando, poderemos mudar o estado do nosso corpo”. Bruce Lipton

sábado, 14 de janeiro de 2012

A Terceira Revolução da Medicina

Após pesquisar um pouco na Internet e não achar nada que fizesse referência a esse tema, além de um documentário alemão sobre a Nova Medicina Germânica, resolvi presentear vocês com esse mini artigo.

Nos tempos antigos, a teoria médica se baseava no demonismo. Acreditava-se que as doenças eram causadas pelo pecado e poderiam ser evitadas ou repelidas através de um estilo de vida piedoso ou através de combate aos demônios por meio do exorcismo. Neste dogma religioso, por longa data foi proibido dissecar ou examinar o corpo humano.
Com a aceitação das autópsias e o estudo da anatomia, deu-se um passo crucial levando à 1ª Revolução da Medicina, onde o demonismo foi abandonado em favor de uma visão técnica sobre o organismo, compreensão sobre o funcionamento e interação dos órgãos. Proveniente dessa época vem a patologia humoral, homeopatia clássica e a terapia com florais de Bach.
Esse é um dos pilares da medicina atual. O organismo é pensado como um sistema meramente técnico, bioquímico, e que os defeitos técnicos, os desequilíbrios e bloqueios são causas da doença.
Com a chegada da microscopia, outra luz foi lançada pra novas descobertas: esta é a 2ª Revolução da Medicina. Coisas “ocultas aos olhos humanos” puderam se tornar visíveis. Isso deu origem a uma escola atomística na medicina. Com isso, o rastreamento das causas das doenças se voltou para unidades cada vez menores.
Agora os culpados são os microorganismos, genes e mutações celulares. A oncologia e a imunologia contemporânea surgiram de acordo com esse paradigma.
Em 1981, o médico alemão, Dr. Ryke Geerd Hamer lançou as bases para a 3ª Revolução da Medicina: as 5 Leis Biológicas da Natureza.
 Desde então, pode-se perceber que havia um entendimento incorreto sobre as doenças, pois não se conseguia entender que eram “PROGRAMAS ESPECIAIS COM SENTIDO BIOLÓGICO” (SBS). 
É normal haver resistência, dificuldade de aceitação ou até mesmo desentendimentos sobre a Nova Medicina Germânica, pois tudo isto é inédito e este momento histórico não traz apenas inovações técnicas ou metodológicas que não alteram premissas básicas, trazendo apenas aprimoramentos técnicos com o passar do tempo, como vinha sendo feito.

A Nova Medicina Germânica é uma revolução, pois não está apenas “mudando as coisas de lugar numa grande sala”, a fim de melhorar as definições; mas está "mudando de sala" e é difícil perceber que nossas crenças básicas sobre o mundo, sobre nós mesmos, sobre determinados processos mudaram fundamentalmente. É difícil concordar, porque ninguém quer abrir mão de muitos anos de estudo.

"Uma nova verdade científica não triunfa convencendo seus oponentes e fazendo com que vejam a luz, mas porque seus oponentes finalmente morrem e uma nova geração cresce familiarizada com ela". Max Planck

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

As 5 Leis Biológicas - Resumo



PRIMEIRA LEI BIOLÓGICA (Tudo tem um detonante)
A primeira Lei biológica subdivide-se em três critérios.
Primeiro critério
Comprovadamente, sempre existe um desencadeante, uma causa que ativa um programa de adaptação. Um programa especial biológico sensato (EBS) inicia-se a partir de um DHS (Síndrome de Dirk Hamer), em homenagem ao filho morto do Dr. Hamer.
Define-se como "choque conflitivo", um evento vivido em solidão, grave, altamente dramático que "pega a pessoa no contrapé" que, ao mesmo tempo, oferece oportunidades: O estresse e a adaptação orgânica representam uma oportunidade da natureza para adaptar-se e eliminar o inconveniente, uma tentativa de superar a situação conflitiva. No momento em que se inicia um programa especial, este é feito, de maneira simultânea em três níveis: na psique, cérebro e órgão ou função.
A partir do momento da DHS, o paciente se encontra em estresse permanente, em simpaticotonia: significa que têm as mãos e os pés frios, pensa compulsivamente em seu conflito, tentando resolvê-lo, não consegue dormir a noite, não tem fome e perde peso.
A diferença entre conflitos e os problemas rotineiros é que os conflitos biológicos são de forte intensidade e são capazes de criar modificações nos tecidos ou em funções. Podemos observar que uma pessoa está vivenciando um conflito biológico, um estresse permanente e manifesta sintomas bem definidos e evidentes.


O segundo critério
Dependendo de como a pessoa vive esse choque inesperado, se ativará o programa especial biológico correspondente. Ainda que todos nós tenhamos esses mesmos programas de resposta instalados, a reação diante de uma situação conflitiva dependerá da reação que a pessoa tiver. São essas opções de respostas que nos fazem únicos.
No nível cerebral, graças à Tomografia Axial Computadorizada (TAC), se pode observar a ativação destas áreas cerebrais: Na zona ativada do cérebro, aparecem anéis concêntricos que indicam a fase de estresse, a emoção associada e o tecido ou função que regula.
Quando a pessoa deixa de viver aquela situação conflitiva, estes anéis desaparecem e a adaptação orgânica também se encerra. Neste momento inicia a fase de regeneração a nível cerebral. Na região onde estavam os anéis concêntricos aparece um edema e proliferação de tecido conjuntivo.
O terceiro critério
O transcurso do programa EBS (Especial Biológico Sensato), evoluí nos três níveis desde a DHS até a solução do conflito de maneira sincrônica.
SEGUNDA LEI BIOLÓGICA (Lei Bifásica da Doença)

Somos influenciados por muitas dualidades. O dia e a noite são a que mais nos afeta, pois nosso organismo se regula por este ciclo, dinâmico, criador da vida.
Normalmente, há um equilíbrio. Quando aparece um conflito biológico, esta situação chocante para o organismo produz uma reação, aumentando os níveis de estresse, ou seja, supera os níveis fisiológicos normais com a intensão de enfrentar e encontrar uma solução. Dependendo da vivência ou da situação conflitiva, se ativará a melhor estratégia de resposta. O estresse, ainda que o organismo necessite dele para fazer frente à situação diferente, provoca um desgaste orgânico, na mesma proporção na qual a pessoa se mantenha sentindo a necessidade de resposta (consciente ou não).
Nesta situação, também encontramos esta dualidade: Quando a pessoa sai da situação conflitiva, se inicia o processo de regeneração que será tão intenso quanto o desgaste ocorrido. O organismo dedica toda a sua energia para normalizar os tecidos que se modificaram durante a situação conflitiva.

O enunciado da 2ª Lei Biológica nos diz que todo "programa especial biológico sensato" da natureza possui estas duas fases sempre que se chega à resolução do conflito.
Na metade da fase de regeneração aparece uma crise chamada crise epilética ou crise epileptoide (que equivale a uma crise epilética, porém, sem movimentos musculares). De uma maneira simples, esta crise é um retorno à fase de estresse durante um curto período de tempo cujo objetivo é frear a expansão das inflamações e provocar o inicio de uma fase diurética onde se elimina o excesso de líquido proveniente dessas inflamações.



TERCEIRA LEI BIOLÓGICA (O Sistema Ontogenético)

Observou-se que conforme a situação conflitiva, alguns tecidos aumentavam a sua função e, inclusive, se observava uma multiplicação celular e, em outros casos, aparecia uma redução da função e uma degeneração de tecido.
A resposta coloca em evidência que nada no organismo acontece por acaso, tudo acontece em um sentido lógico e sensato. Evolutivamente se desenvolveram mecanismos de adaptação com base na função específica de cada tecido e os processos acontecem conforme a capa embrionária a qual pertencem: endoderma, mesoderma e ectoderma.


Os tecidos que derivam do endoderma são controlados pelo tronco cerebral. Os tecidos que derivam do mesoderma e atuam funcionalmente como endoderma, são controlados pelo cerebelo. Os tecidos que derivam do mesoderma e atuam de maneira similar ao ectoderma, são controlados pela substância branca do cérebro. Os tecidos que derivam do ectoderma são controlados pelo córtex cerebral.

Com base nesta mesma derivação embrionária comprovamos um tipo específico de conteúdo conflitivo para cada capa embrionária:
O endoderma, localizado no tronco cerebral, controla funções relacionadas com a absorção e expulsão dos nutrientes. O conflito sempre estará relacionado com a função do tecido, neste caso, o "abocanhar" nutrientes. Quando uma emotividade aciona uma área do tronco cerebral, estes tecidos sempre respondem com um aumento de função e proliferação celular.
O mesoderma antigo, controlado pelo cerebelo, controla as membranas de proteção. O conteúdo do conflito sempre estará relacionado com a sua função: Ataque e defesa. Quando uma emotividade relacionada ao ataque ativa essa área cerebral do cerebelo, os tecidos associados sempre produzem um aumento em sua função e de tecido (proliferação de células) para aumentar a capacidade de defesa.
O mesoderma novo, controlado pela sustância branca cerebral, mesmo sendo mesoderma, funciona como ectoderma. Regula os tecidos relacionados com a estrutura e a sustentação e o tipo de conflito sempre estará relacionado com a função desses tecidos. Quando temos um sentimento relacionado à estrutura (desvalorização), ou seja, "minha estrutura não é suficientemente forte", se ativará a área cerebral da substância branca. Os tecidos associados a essa área cerebral sempre reagem com degeneração dos tecidos.
O córtex cerebral, de derivação ectodérmica, controla funções relacionadas à sensibilidade, movimentos, coordenação, etc. O tipo de conflito está associado com essas funções. Quando uma emotividade ativa esta área cerebral, ocorre uma degeneração de tecido ou diminuição das funções nos tecidos correspondentes.
QUARTA LEI BIOLÓGICA (O Sistema Ontogenético dos Microrganismos)
Os microrganismos são seres vivos que só podem ser vistos com o auxilio de um microscópio. Neste grupo estão os fungos, as bactérias e os vírus. São organismos dotados de particularidades, têm sua própria organização. O corpo humano é portador de uma população de microrganismos dez vezes maior do que o próprio número de células.
Se levarmos em conta essas considerações podemos nos perguntar: Por que não atuam sempre? Por que não estão sempre provocando infecções? A teoria atual nos diz que o sistema imunológico os mantém à distância (kkkk). Então, se os mantém à distância, por que, às vezes, eles entram em ação?
O que realmente se observa com base no conhecimento das Leis Biológicas é que esses microrganismos atuam quando a pessoa sai da situação conflitiva, os microrganismos convivem conosco e tem a sua atividade aumentada quando nosso organismo deixa a situação conflitiva, quando as modificações dos tecidos implicados são interrompidas.
A atividade destes microrganismos não depende, como havíamos pensado erroneamente, até hoje, de fatores externos, na verdade, são controlados indiretamente pelo nosso computador central, o cérebro.
Os micróbios não são nossos inimigos, servem para nos ajudar, eles trabalham comandados pelo nosso organismo, dirigidos direta ou indiretamente pelo nosso cérebro porque, para cada grupo de órgãos pertencentes a uma capa embrionária, atuam seus microrganismos específicos.
Não se pode descartar a possibilidade de contágio ou transmissão desses microrganismos de uma pessoa para a outra, nem, tão pouco, se nega que possam provocar sintomas e moléstias incomodas. Esta Lei descreve com quais critérios atuam, comprovamos, também, como eles sempre atuam na fase de regeneração.
QUINTA LEI BIOLÓGICA (O sentido biológico)
A Quinta Essência.
Até hoje, para a "medicina oficial" as “doenças” são consideradas como "erros da Natureza". 
Entretanto, a Quinta essência nos permite compreender o que se sucede com uma pessoa quando aparecem diferentes conflitos biológicos ativos em diferentes áreas cerebrais: são estratégias de sobrevivência que permitem ao indivíduo, em uma situação onde aparecem diversos processos ativos, modificar a sua percepção e suas respostas para poder ser capaz de lidar com a situação.
Isto representa alguns programas de sobrevivência onde estão inclusas, nos dias de hoje, a maioria das doenças psiquiátricas, aquelas onde a pessoa se distancia da realidade, em comparação com as demais pessoas. Se essas modificações psíquicas não acontecessem, seria muito difícil sobreviver em uma vida cada vez mais socializada. Tudo depende da intensidade, socialmente, alguns delírios são toleráveis e outros não.
Concluindo ...

Essas Leis Biológicas são totalmente interligadas umas às outras. Cada Lei trouxe um conhecimento e novas incógnitas que, ao serem respondidas, apontavam para uma nova lei. São fenômenos naturais com os quais convivemos, já existiam antes de serem postuladas. Essas Leis são tudo aquilo que, no fundo, nós já sabemos. Quando uma pessoa vivencia uma situação conitiva, projeta uma reação em busca de uma solução para aquilo que a incomoda. "Não é necessário viver uma situação de intenso conito para comprovar esses fenômenos, assim como não é necessário pular de um penhasco para comprovar a lei da gravidade!"  (Assensi Teixidor).


Fonte: http://www.youressence.net/