sábado, 14 de janeiro de 2012

A Terceira Revolução da Medicina

Após pesquisar um pouco na Internet e não achar nada que fizesse referência a esse tema, além de um documentário alemão sobre a Nova Medicina Germânica, resolvi presentear vocês com esse mini artigo.

Nos tempos antigos, a teoria médica se baseava no demonismo. Acreditava-se que as doenças eram causadas pelo pecado e poderiam ser evitadas ou repelidas através de um estilo de vida piedoso ou através de combate aos demônios por meio do exorcismo. Neste dogma religioso, por longa data foi proibido dissecar ou examinar o corpo humano.
Com a aceitação das autópsias e o estudo da anatomia, deu-se um passo crucial levando à 1ª Revolução da Medicina, onde o demonismo foi abandonado em favor de uma visão técnica sobre o organismo, compreensão sobre o funcionamento e interação dos órgãos. Proveniente dessa época vem a patologia humoral, homeopatia clássica e a terapia com florais de Bach.
Esse é um dos pilares da medicina atual. O organismo é pensado como um sistema meramente técnico, bioquímico, e que os defeitos técnicos, os desequilíbrios e bloqueios são causas da doença.
Com a chegada da microscopia, outra luz foi lançada pra novas descobertas: esta é a 2ª Revolução da Medicina. Coisas “ocultas aos olhos humanos” puderam se tornar visíveis. Isso deu origem a uma escola atomística na medicina. Com isso, o rastreamento das causas das doenças se voltou para unidades cada vez menores.
Agora os culpados são os microorganismos, genes e mutações celulares. A oncologia e a imunologia contemporânea surgiram de acordo com esse paradigma.
Em 1981, o médico alemão, Dr. Ryke Geerd Hamer lançou as bases para a 3ª Revolução da Medicina: as 5 Leis Biológicas da Natureza.
 Desde então, pode-se perceber que havia um entendimento incorreto sobre as doenças, pois não se conseguia entender que eram “PROGRAMAS ESPECIAIS COM SENTIDO BIOLÓGICO” (SBS). 
É normal haver resistência, dificuldade de aceitação ou até mesmo desentendimentos sobre a Nova Medicina Germânica, pois tudo isto é inédito e este momento histórico não traz apenas inovações técnicas ou metodológicas que não alteram premissas básicas, trazendo apenas aprimoramentos técnicos com o passar do tempo, como vinha sendo feito.

A Nova Medicina Germânica é uma revolução, pois não está apenas “mudando as coisas de lugar numa grande sala”, a fim de melhorar as definições; mas está "mudando de sala" e é difícil perceber que nossas crenças básicas sobre o mundo, sobre nós mesmos, sobre determinados processos mudaram fundamentalmente. É difícil concordar, porque ninguém quer abrir mão de muitos anos de estudo.

"Uma nova verdade científica não triunfa convencendo seus oponentes e fazendo com que vejam a luz, mas porque seus oponentes finalmente morrem e uma nova geração cresce familiarizada com ela". Max Planck

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